OUVIR FALAR LER ESCREVER

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

A exploração espacial e o conhecimento do nosso planeta: qual a prioridade?




    O Homem quer sempre aprender mais e mais e nunca fecha a porta se puder obter mais conhecimentos sobre tudo o que o rodeia, por isso mesmo, dois dos muitos temas que precisam de ser estudados e compreendidos são: descobrir os segredos do nosso planeta e o espaço, pois pouco se sabe sobre este último.

     No meu ponto de vista, primeiramente, devemos concentrar-nos na compreensão do planeta em que vivemos, porque, apesar de já o conhecermos bem, tenho quase a certeza de que ainda há muitos mistérios por desvendar. Por exemplo, os seres debaixo dos solos e nas profundezas dos oceanos  ou o interior de grutas! Sei que é um pouco difícil chegar a estes locais, mas se não conhecermos bem o nosso território, será que conseguimos partir para aventuras mais ousadas e diferentes? Dificilmente…
     Apesar de tudo isto, também considero a descoberta do espaço como um fenómeno muito relevante, pois, quem nos diz se não haverá humanos nalgum local, a milhões  de quilómetros de nós? Não seria interessante viajar e conhecer essas pessoas com a mesma facilidade com que nos deslocamos nos automóveis?

     Pessoalmente, acho que descobrir o espaço é mais interessante e bem  mais empolgante e, talvez por isso, haja mais pessoas interessadas nesta área. No entanto, como já referi, devemos conhecer-nos muito bem a nós próprios primeiro, e só depois descobrir as coisas fascinantes do espaço, as quais apenas imaginamos como possam ser….




                                                                                  Diogo Tomás 9º B




    Ir ou não ir, eis a questão. Devemos explorar o desconhecido, o espaço, ou devemos explorar o nosso planeta, o nosso habitat? Sinceramente, acho que devíamos melhorar-nos, assim como ao nosso planeta e não devias explorar o espaço., Não digo que nunca devemos explorar o espaço, mas será que estamos preparados para o explorar agora?  

 Cientificamente, temos muitos avanços e já temos condições para sair do nosso mundo e irmos para outro, mas será que nós humanos já estamos preparados? Creio que não. Se queremos descobrir outros mundos, também temos de descobrir como como podemos melhorar o nosso. A Humanidade te que esquecer as diferenças de raças, de religiões, sexos, classes, gostos e tem que se unir como um só povo. Quando todos estivermos mais ou menos iguais ( também não somos perfeitos, não somos máquinas), aí poderemos partir para a aventura espacial que alguns tanto desejam.

    Enquanto houver problemas sobre as diferenças, não poderemos ser iguais, não nos poderemos unir como um só. Por isso peço a todos os que estiverem a ler este este texto que façam um “ cessar–fogo”  nas diferenças  e que aprendam a a gostar do outro, a respeitar os seus gostos e opções. A nossa liberdade acaba, quando interferimos na liberdade de alguém. Deixem as pessoas serem diferentes. Não somos todos iguais. Só seremos  iguais se nos unirmos e resolvermos os problemas do nosso planeta. É como nos videojogos: só se pode passar para o próximo nível, se completarmos o anterior...



                                                                                  Bruno Serras9º A

quarta-feira, 2 de março de 2016

Descobertas...




 Haverá vida no espaço? Esta é uma pergunta que frequentemente inicia discussões entre família e amigos. Uns acreditam que é impossível num universo tão vasto que sejamos os únicos seres inteligentes; outros vão mais longe e acreditam que os extraterrestres andam entre nós e os mais céticos acham-nos uma fantasia sobrenatural.  
  Independentemente da opinião de cada um, o fascínio pelo desconhecido sempre esteve presente na raça humana.
  Muito antes de olharmos para o céu, olhávamos para o mar, pensávamos se haveria mais gente como nós e foi essa intriga que deu início à época dos Descobrimentos.   
  Corajosos marinheiros navegaram por mares desconhecidos à procura do Novo Mundo. Descobriram animais exóticos, plantas que nunca tinham visto e  pessoas tais como eles, escondidas.
   Hoje em dia, é fácil ir ver a um mapa onde fica a América do Sul, mas naquele tempo, aquelas terras eram desconhecidas, um mistério, tal com o espaço o é agora.
   Foi em 1969 que o Homem pisou a Lua pela primeira vez, tal como os navegadores, anteriormente, partiram à procura do desconhecido, arriscando as suas vidas, em nome do conhecimento.
  Ambas as aventuras foram importantes para a Humanidade. Os descobrimentos deram-nos a conhecer o nosso mundo e a viagem à Lua pode, quem sabe, abrir a porta à descoberta de outro mundo.

                                                                                                             FA 9º B



    Estou convicta de que cada um destes acontecimentos foi um ponto de glória na nossa história, sendo ambas as aventuras bastante ousadas. Tanto uma como outra exigiram coragem. No caso dos descobrimentos portugueses, navegámos por mares desconhecidos e no caso da ida ao espaço, pisamos igualmente o desconhecido.
      Apesar de hoje em dia já se conhecer a verdade, nos séculos XV e XVI acreditava-se em monstros marinhos devoradores de homens, bichos horrorosos de sete cabeças, o que dificultava a tarefa, devido ao medo que tais lendas causavam nos marinheiros. No entanto, houve gente destemida que se fez à aventura, procurando a terra prometida, a Índia, outrora denominada " O mundo Novo"
     Já na conquista espacial não havia lendas de monstros, mas muita coragem foi requerida para cumprir tal missão, a qual não consistia apenas em sair do país, do continente, mas do Planeta. 
       Cada um destes acontecimentos foi arriscado e exigiu bravura. Nenhum desles é superior, tendo sido realizados em diferentes épocas. Por isso concluo que ambas as aventuras foram importantes para a história e evolução da Humanidade. Apesar das suas diferenças e semelhanças, ambas as aventuras  são  ousadas.
                                                                                                                         TT  9º B

sábado, 23 de janeiro de 2016

A proteção do ambiente e a luta contra a poluição



 A proteção do ambiente e a luta contra a poluição são assuntos de bastante importância e muito nobres. Sem a luta contra a poluição, o mundo seria uma lixeira gigante. Mas não é só na  superfície que se encontra lixo espalhado, também no fundo do mar os peixes sofrem com as ações desleixadas do Homem.
  Por detrás do prédio onde vivo, por exemplo, encontro imensas beatas. A poluição está a danificar a camada do ozono, permitindo que os raios ultravioletas afetem o nosso planeta e, como consequência, o aquecimento global e a ameaça do degelo que contribui para o aumento do nível do mar e a diminuição do habitat de diversas espécies.
   Em conclusão, a poluição é devida à ação humana, afetando todos os seres vivos


   IM 8º B


  A poluição é uma palavra bastante feia, é uma palavra que não devia existir no dicionário,  mas devido a milhares de pessoas, existe.
 Poluir o ambiente é um ato condenável. Quando poluímos parques, jardins, oceanos, acontecem grandes desastres, como por exemplo, a morte de pássaros, pois estes seres vivos pensam que é alimento e ingerem-nos; no oceano, por exemplo, quando deitam pneus e outros detritos, os seres marinhos ficam lá presos, acabando por morrer; quando poluímos os parques infantis, as crianças ficam sem sítio para brincar, pois está tudo sujo.
     Todos nós devíamos contribuir  e lutar contra a poluição no nosso planeta. Poderíamos fazer como na Alemanha: cada vez que algo é mandado para o chão, quem o praticou é sujeito a uma coima. Vamos todos deixar de poluir o nosso planeta; vamos começar a poluir menos, pois com poluição ninguém consegue ser feliz, não é verdade?Vamos todos contribuir para o que eu pretendo: apagar a palavra poluição do dicionário!

T F 8º B



   Na minha opinião, a proteção do ambiente e a luta contra a poluição são assuntos de extrema importância, já que podem influenciar a vida de todos nós.
    Muita gente   não acredita que os humanos são os culpados pelas alterações climáticas, mão são! Não são as fábricas que nós construímos e onde trabalhamos que estão a destruir um planeta tão belo como o nosso?
     Existem pequenas coisas que nós podemos fazer, como: comprar carros eléctricos, usar carros de combustão que emitem menos gases prejudiciais ao ambiente; "lutar" contra aqueles que destroem o ambiente; mostrar que temos voz e que podemos fazer algo para parar essas horríveis atitudes.
     Nós, como seres humanos e habitantes deste belo planeta, podemos fazer alguma coisa no nosso dia a dia para que possamos contribuir para alterar a situação: não deitar o lixo para o chão, não fazer queimadas e outros pequenos gestos que fazem toda a diferença.
      Por isso, em vez de estarmos sentados no sofá o dia todo, saia à rua, olhe à sua volta, olhe para as árvores, olhe para os animais, todas aquelas coisas lindas, mas que nem sequer damos conta e pense: " o que é que eu posso fazer para as salvar?"



FS  8º B 
  


   








sábado, 28 de novembro de 2015

Os dois lados da tecnologia

 
Hoje em dia, a tecnologia permite-nos conhecer novas pessoas, aprender mais sobre outras culturas e leva-nos a descobrir mais acerca da história dos nossos antepassados. Também nos ajuda a descobrir a cura para certas doenças e a evoluir economicamente, apesar de outras utilidades...
   Na minha opinião, a tecnologia é algo positivo, mas também negativo. Atualmente, as crianças, os jovens  e certos adultos  estão imensas horas em frente a um ecrã. As crianças começam a ficar com maus hábitos, o que também traz consequências, como a diminuição da concentração. Há ainda jovens que se limitam a fazer amizades através das redes sociais, o que não é igualmente saudável se não tiverem amigos fora da vida virtual. De igual modo, há  certas pessoas que se isolam completamente do mundo exterior e passam o dia inteiro fechados num quarto, o que aumenta a sua agressividade e os faz anti-sociais, causando, inclusivamente, a depressão.
    Em suma, eu acho que a tecnologia é uma coisa boa, incluindo os computadores e outros aparelhos tecnológicos, mas não em demasia, pois existe vida fora de um ecrã.
                                                                                       I M, 8º B

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A atualidade do teatro vicentino


No Auto da Barca do Inferno, podemos constatar que Gil Vicente usa personagens-tipo para criticar os costumes da época, tais como a arrogância, a  vaidade, a tirania e a  exploração dos mais fracos (presente na cena do Fidalgo) e a hipocrisia face à religião (presente na cena do frade), entre outros aspetos. Posto isto, faço uma pergunta a mim mesmo e a todos que leram este texto: terá Gil Vicente previsto o futuro?
Na minha opinião, estes "vícios" apresentados pelo autor do Auto da Barca do Inferno ainda existem na nossa sociedade e, ao lermos este auto, podemos associar muitas das personagens-tipo utilizadas, a várias pessoas ou grupos de pessoas que estão na nossa sociedade. Para mim, o melhor exemplo disso é a cena dos "Quatro Cavaleiros", cena ambiguamente polémica se  a compararmos a muitos extremistas que lutam pelo seu ideal religioso, lutam " em nome da fé". Eu não ligo muito à religião, mas acredito que nenhum Deus glorifique os seus seguidores por matar alguém em seu nome, pois todos os deuses defendem  exatamente o contrário: a paz.

                                                                                                    BS 9º A

domingo, 22 de novembro de 2015

"Ridendo Castigat Mores"


       A comédia é uma excelente forma de criticar a sociedade, Faz-nos rir e, ao mesmo tempo, refletir sobre a forma como vivemos.
      Hoje em dia, há quem faça disso uma carreira. Pessoas, como Ricardo Araújo Pereira, usam a comédia para criticar os políticos e a forma como governam, mas este método foi usado há mais de 500 anos.
     Embora se saiba pouco sobre Gil Vicente, sabe-se que era um dramaturgo que escrevia peças de teatro para apresentar na corte. Gil Vicente usava as suas peças para criticar a sociedade. A sua obra mais conhecida, " Auto da Barca do Inferno", é prova disso. Ninguém escapa às críticas de Gil Vicente nessa peça, desde o mais poderoso  fidalgo até ao hilariante frade, usando o dramaturgo vários tipos de cómico: o de carácter, o de linguagem e o de situação para provocar o riso nos telespectadores,vendo-se muitos dos quais retratados, através das diversas personagens - tipo.
      Na minha opinião, Gil Vicente teve uma atitude corajosa, pois a sua crítica podia ter-lhe causado muitos dissabores, mas acabara por ser aceite graças  ao grande efeito cómico. 
       Gil Vicente foi um excelente escritor satírico, sendo considerado o "pai" do teatro português e a grande prova disso é que a sua obra ainda hoje é lida, dramatizada e provoca grandes momentos de diversão.

F A  9º B




    Gil Vicente, a pedido da rainha Dª Leonor escreveu esta peça, onde, de uma forma cómica, demonstra os pecados da sua sociedade. 
      No meu ponto de vista, Gil Vicente  foi muito inteligente, pois criticava, precisamente o seu público ,mas de uma maneira cómica, não sendo, assim, levado a mal. Para isso, usou vários tipos de cómico: o cómico de situação, por exemplo, em que as circunstâncias em que as personagens se encontram provocam o riso, na medida em que são expostas ao ridículo;  o cómico de carácter, em que a maneira de ser  das personagens é bastante engraçada e o cómico de linguagem, decorrente de situações constrangedoras para algumas personagens, as quais, não conseguindo o que pretende, se transfiguram e utilizam um discurso popular/calão.
     Tudo isto passa-se à volta de personagens-tipo, ou seja, cada personagem , surge em representação de um grupo,  assumindo os seus vícios.
   Por tudo acima referido, concluo que Gil Vicente teve como objetivo moralizar a sociedade daquela época para que muitos dos pecados apontados fossem  corrigidos e adotadas outras atitudes, de forma a que a sociedade se tornasse mais justa. Daí o  grande carácter moralizante deste auto.

D T, 9º B





Diz NÃO à violência!


  
Na minha opinião, não deveria existir tanta violência nem tanta falta de respeito para com os outros cidadãos.
  As pessoas não sabem dialogar como pessoas civilizadas, muitas vezes agem como animais, não sabem conversar quando ocorre um problema. Em vez de falarem como gente civilizada, preferem faltar ao  respeito a outra pessoa e,  muitas vezes, partem logo para a violência.
   Este tipo de problemas não acontece só quando alguém tem um desentendimento com outra, mas, muitas vezes, por  motivos sociais, raciais ou religiosos, como aconteceu no passado dia 13 de novembro, em França e tem vindo a acontecer em várias partes do mundo.
  A maior parte das discórdias acontecem por disputa de território, ganância, dinheiro e, claro, religião. Como sabem, existem imensas religiões e, muitos dos seus seguidores,  optam pelo recurso ao conflito e não à aceitação da diferença.
    Também nas escolas existe violência, como é o caso do "bullyng" ou em casa, no caso da violência doméstica. Às vezes pensamos que não acontece connosco e está mesmo à frente dos nossos olhos, na nossa turma ou na nossa rua. A meu ver, este tipo de comportamentos devem ser denunciados e resolvidos com diálogo, debates, divulgação nas redes sociais e nos meios de comunicação social para que possam ser  resolvidos e ultrapassados.
   Por isso, faço um apelo a todos os jovens e a todos os cidadãos: não pratiquem a violência! Resolvam os conflitos com diálogo e educação!

F A, CV