OUVIR FALAR LER ESCREVER

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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Sobre os meus Lusíadas...

  É meu objetivo , ao escrever esta epopeia, glorificar os feitos  do meu tão amado  povo lusitano, dando a conhecer ao mundo as nossas maravilhosas aventuras e fazer com que este povo receba o mérito e fama que merece.
   Assim como as outras epopeias, a minha glorifica um herói. No entanto, este herói é uma nação e não uma personagem fictícia.
   É importante que escreva estes feitos no papel e que os dê a conhecer ao mundo para que este povo adormecido possa erguer-se uma vez mais!

                                                                                          I M, 9º A

sábado, 22 de outubro de 2016

Querido diário...

                                                                                    



                                                                                                        15 de outubro de 1368

                     Meu querido diário,

                     Não imaginas as saudades que tenho do meu querido rei e a dor que está no meu coração. Precisava tanto dele aqui!
                     Desde que partiu em guerra que tudo tem piorado e eu, aqui sozinha....tenho de ser forte  e aguentar tudo...
                   É evidente que, sem ele, absolutamente nada é a mesma coisa. Primeiro, foi a sua morte, depois aquele seu meio irmão bastardo que, como se não bastasse, tê-lo matado, ainda tentou raptar o meu menino, só por vingança por aquela sua  ambição de querer ser rei.
                   Contudo, se não fosse a Aia, aquela querida e amada Aia, que deu a vida de seu filho para salvar o meu e proteger o reino, o principezinho já não estaria entre nós. Que dor só de pensar!!!
                   O pior foi que, no fim, ela se suicidou.
                   Eu entendo-a, mas precisava tanto dela!!! Queria recompensá-la, mesmo sabendo que não haveria nada que pudesse superar a perda de um filho.
                   Ai diário, ajuda-me! Estou sozinha com o meu filho e não sei mais o que fazer.

                                                                      Voltarei a escrever-te em breve!
            
                                                                                      A tua rainha.

                                                                                                                                    SF, 9º C

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Dia Mundial da ALimentação



     
     O Dia Mundial da Alimentação celebra-se anualmente a 16 de outubro,  o dia da fundação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em 1945.

 A celebração do Dia Mundial da Alimentação foi estabelecida em novembro de 1979 pelos países membros na 20ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Neste dia realizam-se muitas atividades relacionadas com a nutrição e a alimentação, com a participação de cerca de 150 países, incluindo Portugal

"A Aia": Carta do Rei antes de partir em batalha

                     

                                                      Reino desconhecido,  17 de outubro de 1710


         Minha querida esposa,


       É com muito carinho, tristeza e fé  que escrevo esta carta nos meus últimos momentos de vida.         Provavelmente, quando leres  esta carta já não estarei vivo. Esta  serve para te alertar e te prevenir do meu irmão bastardo, pois foi ele que provocara esta batalha em terras desconhecidas. Estava eu e os meus soldados  prestes a iniciar a batalha, quando o avistei, à frente do exército inimigo. Nessa mesma altura calculei o  que se previra e foi, então, que ordenei ao meu mais fiel soldado que comandasse  na minha ausência, usando a minha espada como se fosse a minha vida que lhe confiasse. Estou aqui, à beira de um grande rio a escrever esta carta para que te previnas do meu irmão, pois o seu objetivo é matar-me , assim como ao nosso filho. Protege o herdeiro, o futuro Rei.
    Quanto à aia, não te esqueças de a recompensar, demonstrando-lhe toda a nossa gratidão

                                                                                                      O teu amado Rei


                                                               


                                                                                           

                                                                           Terras distantes, 28 de agosto de 1460


                           Minha querida rainha,


                 Escrevo esta carta para me despedir de ti e do meu querido filho. Um escravo acordou-me esta manhã, avisando-me da chegada de uma carta ao castelo. Era do chefe de um dos nossos batalhões, pedindo o meu auxílio, pois tinham sido atacados pelo exército do meu bastado irmão.
              Sei que ficas muito triste e alarmada sempre que parto para a guerra e dizes-me sempre que devia de ficar a tomar conta do nosso querido filho, mas eu, como rei deste grandioso reino, tenho de lutar ao lado dos nossos homens contra o inimigo.
           Peço-te, se não voltar, que protejas o nosso filho, porque será ele o herdeiro do reino e, certamente, o meu horrível irmão irá invadir o castelo e tentará tirar a sua vida.
                Quero ainda que, ao acabares de ler esta carta, olhes para o cenário criado pela amada Mãe natureza e que repares nos pequenos pormenores: nas abelhas a pousar nas flores, nos coelhos a saltitar nos imensos campos por mim conquistados e penses no meu imenso amor por ti.
                 Espero voltar dentro de alguns meses
                                                                                                          Com todo o amor,

                                                                                                              Teu Rei
                
                       

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Quem é a protagonista do conto " A Aia ", de Eça de Queirós?




     A protagonista do conto que acabámos de estudar é uma escrava bela, de olhos brilhantes, carinhosa, leal e dedicada, sendo a sua principal faceta a coragem e determinação.
       
     Uma vez que a Aia era fiel à sua rainha e ao seu reino, trocou os bebés para proteger a continuidade da coroa, o que a meu ver foi uma atitude corajosa. A Aia tinha cumprido o seu dever na terra e, uma vez que acreditava na vida para além da morte, estava convicta que o suicídio a levaria ao encontro com o seu filho.


                                                                                                                                           A L, 9º B


    A Aia era uma mulher bonita e robusta. A lealdade descrevi-a muito bem, assim como a simplicidade. Era feliz, mesmo sendo uma escrava e também era muito religiosa. Além disso, era carinhosa, determinada e perspicaz. Mostrou grande coragem ao trocar os bebés, pondo em causa a vida do seu filho.
      Pessoalmente, entendo o que fez. Enquanto que o futuro do seu filho era ser escravo, o do príncipe seria ser re daquele reino. A Aia era a única que podia salvar o seu príncipe e o reino da ruína, por isso, se não tivesse tomado aquela atitude, poderia sentir-se culpada.
        Embora a Aia acreditasse que estaria com o seu filho no Céu depois que morresse ( e por isso matou-se), a meu ver, ninguém deve tirar a sua própria vida, pois o suicídio não é a solução para os problemas da pessoas. Penso que a Aia poderia ter tentado seguir com a sua vida em frente.

                                                                                                                                     I C  9º B

quarta-feira, 27 de abril de 2016

A exploração espacial e o conhecimento do nosso planeta: qual a prioridade?




    O Homem quer sempre aprender mais e mais e nunca fecha a porta se puder obter mais conhecimentos sobre tudo o que o rodeia, por isso mesmo, dois dos muitos temas que precisam de ser estudados e compreendidos são: descobrir os segredos do nosso planeta e o espaço, pois pouco se sabe sobre este último.

     No meu ponto de vista, primeiramente, devemos concentrar-nos na compreensão do planeta em que vivemos, porque, apesar de já o conhecermos bem, tenho quase a certeza de que ainda há muitos mistérios por desvendar. Por exemplo, os seres debaixo dos solos e nas profundezas dos oceanos  ou o interior de grutas! Sei que é um pouco difícil chegar a estes locais, mas se não conhecermos bem o nosso território, será que conseguimos partir para aventuras mais ousadas e diferentes? Dificilmente…
     Apesar de tudo isto, também considero a descoberta do espaço como um fenómeno muito relevante, pois, quem nos diz se não haverá humanos nalgum local, a milhões  de quilómetros de nós? Não seria interessante viajar e conhecer essas pessoas com a mesma facilidade com que nos deslocamos nos automóveis?

     Pessoalmente, acho que descobrir o espaço é mais interessante e bem  mais empolgante e, talvez por isso, haja mais pessoas interessadas nesta área. No entanto, como já referi, devemos conhecer-nos muito bem a nós próprios primeiro, e só depois descobrir as coisas fascinantes do espaço, as quais apenas imaginamos como possam ser….




                                                                                  Diogo Tomás 9º B




    Ir ou não ir, eis a questão. Devemos explorar o desconhecido, o espaço, ou devemos explorar o nosso planeta, o nosso habitat? Sinceramente, acho que devíamos melhorar-nos, assim como ao nosso planeta e não devias explorar o espaço., Não digo que nunca devemos explorar o espaço, mas será que estamos preparados para o explorar agora?  

 Cientificamente, temos muitos avanços e já temos condições para sair do nosso mundo e irmos para outro, mas será que nós humanos já estamos preparados? Creio que não. Se queremos descobrir outros mundos, também temos de descobrir como como podemos melhorar o nosso. A Humanidade te que esquecer as diferenças de raças, de religiões, sexos, classes, gostos e tem que se unir como um só povo. Quando todos estivermos mais ou menos iguais ( também não somos perfeitos, não somos máquinas), aí poderemos partir para a aventura espacial que alguns tanto desejam.

    Enquanto houver problemas sobre as diferenças, não poderemos ser iguais, não nos poderemos unir como um só. Por isso peço a todos os que estiverem a ler este este texto que façam um “ cessar–fogo”  nas diferenças  e que aprendam a a gostar do outro, a respeitar os seus gostos e opções. A nossa liberdade acaba, quando interferimos na liberdade de alguém. Deixem as pessoas serem diferentes. Não somos todos iguais. Só seremos  iguais se nos unirmos e resolvermos os problemas do nosso planeta. É como nos videojogos: só se pode passar para o próximo nível, se completarmos o anterior...



                                                                                  Bruno Serras9º A

quarta-feira, 2 de março de 2016

Descobertas...




 Haverá vida no espaço? Esta é uma pergunta que frequentemente inicia discussões entre família e amigos. Uns acreditam que é impossível num universo tão vasto que sejamos os únicos seres inteligentes; outros vão mais longe e acreditam que os extraterrestres andam entre nós e os mais céticos acham-nos uma fantasia sobrenatural.  
  Independentemente da opinião de cada um, o fascínio pelo desconhecido sempre esteve presente na raça humana.
  Muito antes de olharmos para o céu, olhávamos para o mar, pensávamos se haveria mais gente como nós e foi essa intriga que deu início à época dos Descobrimentos.   
  Corajosos marinheiros navegaram por mares desconhecidos à procura do Novo Mundo. Descobriram animais exóticos, plantas que nunca tinham visto e  pessoas tais como eles, escondidas.
   Hoje em dia, é fácil ir ver a um mapa onde fica a América do Sul, mas naquele tempo, aquelas terras eram desconhecidas, um mistério, tal com o espaço o é agora.
   Foi em 1969 que o Homem pisou a Lua pela primeira vez, tal como os navegadores, anteriormente, partiram à procura do desconhecido, arriscando as suas vidas, em nome do conhecimento.
  Ambas as aventuras foram importantes para a Humanidade. Os descobrimentos deram-nos a conhecer o nosso mundo e a viagem à Lua pode, quem sabe, abrir a porta à descoberta de outro mundo.

                                                                                                             FA 9º B



    Estou convicta de que cada um destes acontecimentos foi um ponto de glória na nossa história, sendo ambas as aventuras bastante ousadas. Tanto uma como outra exigiram coragem. No caso dos descobrimentos portugueses, navegámos por mares desconhecidos e no caso da ida ao espaço, pisamos igualmente o desconhecido.
      Apesar de hoje em dia já se conhecer a verdade, nos séculos XV e XVI acreditava-se em monstros marinhos devoradores de homens, bichos horrorosos de sete cabeças, o que dificultava a tarefa, devido ao medo que tais lendas causavam nos marinheiros. No entanto, houve gente destemida que se fez à aventura, procurando a terra prometida, a Índia, outrora denominada " O mundo Novo"
     Já na conquista espacial não havia lendas de monstros, mas muita coragem foi requerida para cumprir tal missão, a qual não consistia apenas em sair do país, do continente, mas do Planeta. 
       Cada um destes acontecimentos foi arriscado e exigiu bravura. Nenhum desles é superior, tendo sido realizados em diferentes épocas. Por isso concluo que ambas as aventuras foram importantes para a história e evolução da Humanidade. Apesar das suas diferenças e semelhanças, ambas as aventuras  são  ousadas.
                                                                                                                         TT  9º B